Carta à Opressão
Sou como o vento, quer queiras quer não
E quando pensas que já sabes, dessa vez te enganas
Sou como o vento, sigo o cheiro que me tenta
Toda a minha curiosidade tem sede de saber
Sou como o vento, nas costas de um camaleão
Tenho todo um arco-íris só na palma de uma mão
Sou como o vento, não me canço de vencer
Por mais que corras não me apanhas
Porque eu não gosto de perder.
Posso voar à tua volta vezes sem conta
(Se não me agarrares)
Posso chegar alto sem precisar de asas
Se estiver viva a imaginação
E solta a liberdade
Não me prendas
Porque eu sou como o vento.
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